QUEM NÃO DEVE QUE COMECE A TEMER: O QUE A FILOSOFIA DA TECNOLOGIA PODE DIZER SOBRE O VIGILANTISMO DIGITAL EM RONDÔNIA?
Publicado 18.05.2026
Palavras-chave
- Filosofia,
- Neutralidade,
- Reconhecimento facial,
- Rondônia
Resumo
A pesquisa, monitoramento e crítica aos sistemas de monitoramento por reconhecimento facial nas diferentes regiões do Brasil é cada vez mais constante. Todavia, em Rondônia o debate ainda é escasso e a obscuridade ainda é protagonista. Assim, o presente trabalho visa entender a neutralidade e autonomia tecnológica da implementação de câmeras de reconhecimento facial no Estado de Rondônia a partir da teoria crítica da filosofia da tecnologia. Utilizando-se de um recorte territorial, a pesquisa utiliza de base bibliográfica e exploratória, o artigo será dividido em três sessões, analisando, primeiramente, a neutralidade tecnológica a partir da filosofia da tecnologia de Andrew Feenberg. Posteriormente, por meio da instrumentalização do reconhecimento facial, questiona o modo de alimentação tecnológico do monitoramento. Por fim, será documentado, a partir de notícias da mídia, a postura adotada pelo Governo de Rondônia na divulgação da implantação do vigilantismo no referido Estado.