Publicado 07.05.2025
Palavras-chave
- Infraestruturas,
- Tecnologia,
- Arte
Resumo
O artigo a seguir tem como sustentação a reunião e discussão de diferentes graus de visibilidade do que pode contar como infraestruturas comunicacionais. A discussão se dá a partir da reunião de experiências de instalação de redes mesh com obras exibidas na mostra Campos de Invisibilidade, realizada no início de 2019 no Sesc Belenzinho, em São Paulo. As experiências reunidas aqui são Comparing Two Community Network Experiences in Brazil, de Bruno Vianna e Libertades con senderos que se bifurcan en red, de Daniel Daza Prado. As obras No Fundo das Marés, de Tabita Rezaire; Landing Monet, de Ruy Cézar Campos; e Montanha Branca, de Emma Charles também fazem parte dessa pequena coleção. A configuração inicial dessas malhas podem implicar práticas para reunir apoio local e colocar as redes mesh em funcionamento, ausências do Estado, silêncios da iniciativa privada, demandas daqueles que são conectados pela rede e das organizações públicas ou não governamentais que financiam iniciativas de conexão. Entretanto, considerando que as interzonas que se configuram nessa atividade de instalação fazem ver parte daquilo que antes não se via, essa leitura particular se estende na direção da exposição Campos de Invisibilidade em busca de modos de dar a ver o que pode contar como infraestruturas de informação e comunicação.